Debatendo a importância da web semântica e colaborativa no Brasil.
3 Mar
À medida que a quantidade de informação produzida na internet aumenta, mais difícil fica para que possamos localizar conteúdo pertinentes. E não há Google que resolva.
Para resolver este problema, tornou-se necessário que as informações existentes fossem corretamente classificadas. Mas quem teria autoridade suficiente para decidir qual a melhor maneira de definir um conteúdo?
A resposta está no povo. No caso da internet, os usuários.
Folksonomy foi o termo criado por Thomas Wander Wal, atraés da junção das palavras gregas taxis(classificação) e nomos(gerenciamento) e da expressão inglesa Folks (pessoas).
Uma Folksonomy é uma classificação criada pelo usuário que, além uma simples forma de organização pessoal, é também uma forma de agragação de informação que os visitantes de um website fornecem[1]. O verdadeiro poder da “folksonomia” está na soma das classificações dos usuários, gerando uma classificação aceitável à maioria das pessoas.
Como exemplos de sucesso de uso de tags (etiquetas) para classificação, podemos citar os sites Flickr e Del.icio.us.
Referências: